É como droga que não se usa, paciência que não se tem; vontade que não existe, o tédio que vai e vem.
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Por quanto tempo mais chorarei pelo menos motivo? Até quando o meu café será amornado com a frieza de meus dedos e salgado com os litros de lágrimas choradas? Talvez quando eu deixar de amar isso aconteça, talvez quando eu reparar que estou sempre a amar andar pelo caminho errado. Ou talvez, até, seja minha sina, meu consagrado destino, talvez eu esteja pagando por meus pecados aqui na Terra, talvez alguém tenha me condenado à uma tristeza temporária e achou tão magnífica a minha postura que resolveu prolongá-la a permanência.
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