É como droga que não se usa, paciência que não se tem; vontade que não existe, o tédio que vai e vem.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Há um tempo atrás eu achei que seria o fim da minha vida, porque eu não sabia explicar ou até mesmo sentir aquilo que eu estava sentindo. Eu sabia de duas coisas, aquilo certamente estava me matando cada vez mais e não era algo saudável, minhas condições psíquicas não eram mais estáveis, meus olhos eram órbitas vazias só que não mais vazias do que meu coração. Isso se prolongou e eu sofri por mais tempo.. Até descobrir que se chamava amor. Eu senti ódio de mim mesma por amar alguém daquela forma, senti vergonha por amar aquela pessoa, senti medo por estar amando, mas não dei ouvidos ao meu coração e me entreguei ao amor. Quando eu já tinha certeza de que estava amando fui apresentada a incerteza de não ser amada, foi a partir daí que eu soube o que era sofrer de verdade. Não precisei de livros de auto ajuda, de conselheiros, nem de buscas virtuais para saber que aquilo seria o início de muitas outras dores.. Nunca estive errada em pensar assim. Sofri inúmeras vezes depois daquele primeiro amor, mas nessas outras vezes me preparei psicologicamente para isso, já que preparar o coração é algo em vão.
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