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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Não sei o que me deixa mais atordoada nesse momento, se são as inúmeras garrafas de vodka que tomei, ou as inúmeras vezes que cai e não quis me levantar. É difícil de falar o que mais está doendo em mim nesse momento, os meus pensamentos catastróficos esquartejam minha mente, minha fobia pós luta está me matando, e a minha coragem está aos poucos se dissolvendo, assim como o sal dissolve na água. O clima de alegria deixou lugar para o mórbido constante, a força e coragem foram mutiladas pelo medo e fraqueza, o sorriso contínuo e o calor da felicidade foram expulsos de mim pelas lágrimas e o frio absurdo. Agora junte tudo isso com um maço de cigarro, vinte garrafas de vodka e uma chuva intensa, qualquer outra pessoa que se encontrasse na minha situação, cometeria suicídio, cortaria seus pulsos e teria um final feliz, mas eu não vou deixar com que isso tudo me derrube, eu não vim ao mundo para perder na guerra. As dores guardarei dentro de um saco chamado passado, a tristeza, o frio e o medo transformarei em força e coragem, no final de tudo será meu futuro salvo, porque eu consegui me levantar para correr atrás dos meus sonhos. Eu não vou desistir por nada. 

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